"Oh não... outra vez com a Alemanha!! Ahhhhhhhh....
Sim, pode parecer confuso para alguns mas este "O Incrível Hulk" nada tem a ver com o filme de 2003, à excepção, claro está, do famoso protagonista verde. Não é uma sequela, nem uma prequela, e muito menos um remake. A Marvel simplesmente ficou tão descontente com o "Hulk" versão Ang Lee que resolveu tentar apagá-lo das nossas memórias, relançando o personagem na nova e frutífera geração de super-heróis cinematográficos.
O problema é que é preciso esperar cerca de meia hora para se perceber o porquê da existência deste filme. O "Incrível Hulk" começa de forma lenta e demora um pouco a arrancar. Toda a sequência no Brasil é redundante e a acção é filmada de forma muito pouco sóbria. Nota-se que Leterrier (o homem responsável por nos trazer essa descarga de cafeína cinematográfica que é "Transporter 2") não está muito à vontade a filmar momentos de carácter reflexivo. Por mais que tentemos não conseguimos deixar de lado a sensação de que algo não está a funcionar muito bem.
No entanto, subitamente tudo começa a entrar nos eixos.
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