Já por aí anda o poster da edição deste ano dos Óscares e como diria um simpático blogueiro da nossa praça citando um famoso químico francês:
«Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma...» LAVOISIER


Já por aí anda o poster da edição deste ano dos Óscares e como diria um simpático blogueiro da nossa praça citando um famoso químico francês:
«Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma...» LAVOISIER


O produtor norte-americano John Lasseter, pioneiro do actual cinema de animação, e os realizadores dos estúdios Disney-Pixar vão receber em Setembro o Leão de Ouro de carreira no Festival de Cinema de Veneza, em Itália.

O Woody Allen irrita-me. Não sei se é pela sua hiperactividade sufocante ou se pelos seus tiques de vedeta pretensiosa a puxar ao coitadinho, mas há algo ali que agride violentamente o meu sistema nervoso. Se eu não soubesse separar as coisas, neste momento estaria a dizer cobras e lagartos de "Vicky Cristina Barcelona".
Mas descansem fãs de Allen. Não o vou fazer. Apesar de tudo gosto dos seus filmes. Conseguem alcançar um invulgar meio termo entre a comédia ligeira e a introspecção. E há que admitir que ele sabe contar uma história.
Na teoria, não há em "Vicky Cristina Barcelona" nada de remotamente original. Todos os personagens parecem saídos de uma mostra internacional de estereótipos. Vicky é a romântica inconsolável, boémia e aventureira, que não concebe o amor sem a desilusão: Cristina prefere a estabilidade e as emoções controladas; Juan Antonio é o artista europeu, excêntrico e sensual; E por último temos Maria Elena, a mulher latina personificada - impulsiva, sensual e com uma dose extra de loucura.
Contudo, da mesma forma que um campeão de xadrez vence campeonatos com o mesmo esquema de peças que os adversários, Woody Allen move elegantemente os estereótipos para lhes conferir uma profundidade extra e explorar assim terrenos pouco habituais.
Um aspecto curioso neste "Vicky Cristina Barcelona" é a inesperada credibilidade do argumento. Graças ao ritmo perfeito conseguido no guião (transposto para filme através de uma montagem sem qualquer tipo de desperdício), o espectador é levado a envolver-se cognitivamente naquilo que está acontecer. Por muito bizarro que seja a situação (nomeadamente a relação em que se vai envolver Vicky) em nenhum momento criticamos as motivações dos personagens. Tudo é lógico e tudo flui.
Tematicamente vou apenas dizer que é um filme sobre relações humanas à moda do velho Woody Allen. Em momento algum pretende ser apenas mais um filme sobre o amor e muito menos sobre sexo. É uma reflexão sobre a vida e as suas tentações. Dois estilos de vida, duas formas de lidar com o mundo. Não há uma verdade absoluta. Há apenas impulsos.
Para terminar só uma coisa: Allen, amigo, se por acaso leres isto aqui fica um conselho. A Scarlett é uma actriz medíocre. É uma carinha laroca e nada mais. Se queres um musa a sério, pede ao Almodóvar que te empreste a dele. A Penélope Cruz meteu a Scarlett num bolso sempre que as duas partilharam o ecrã. Em talento e em sensualidade. Sim, bem sei que ela só sabe representar na Europa. Mas estás convidado sempre que quiseres voltar. A sério. Eu reservo-te o hotel.
O CINEBLOG e a ZON Lusomundo têm para oferecer convites duplos· para a antestreia de "SECOND LIFE" a decorrer no dia 28 de Janeiro às 21h30 nos cinemas ZON Lusomundo Almada Forum em Lisboa (10 convites duplos) e no dia 27 de Janeiro em Coimbra e em Braga, nos cinema ZON Lusomundo Forum Coimbra (10 convites duplos) e ZON Lusomundo Braga Parque (5 convites duplos), respectivamente, também às 21h30. O passatempo termina às 23h59 do dia 25 de Janeiro de 2009.
João Filipe Fontes Machado
Luís Pedro Almeida Segadães Duarte
José António Gomes Cerqueira Moreira
Ricardo Gomes de Faria
Carlos Magalhaes
O CINEBLOG e a ZON Lusomundo têm para oferecer convites duplos· para a antestreia de "A DUQUESA" a decorrer no dia 28 de Janeiro às 21h30 nos cinemas Alvaláxia em Lisboa (15 convites duplos) e no Porto também às 21h30 nos cinemas Zon Lusomundo Parque Nascente (5 convites duplos) . O passatempo termina às 23h59m de 25 de Janeiro de 2009.E "Coraline" continua a invadir este modesto estaminé. Depois de Neil Gaiman nos ter aterrorizado a todos (uns posts abaixo), eis um novo trailer para o novo filme de Henry Sellick.
E se querem saber a minha opinião, é o melhor até à data.
Na Bélgica, duas crianças e um adulto foram esfaqueadas até à morte numa creche. A notícia foi avançada pela Skynews.
A televisão britânica avança também que o suspeito estava vestido de preto e com a cara pintada de branco, como um joker.
A imagem que se segue pode conter conteúdo considerado chocante para os geeks espalhados por essa blogosfera/internet fora que acreditam no valor de uma barriga de cerveja aos 18 anos.

Sim, este senhor tem 62 anos.
Não quero em momento algum cair na tentação de chamar 'clássico instantâneo' a um filme que ainda não vi.
Mas depois deste vídeo promocional - protagonizado pelo próprio Neil Gaiman - vejo que qualquer dia vou ser obrigado a ceder ao lugar comum.
