Por JBM | Sexta-feira, 24 Setembro , 2010, 18:36

 

Numa altura em que Robert Zemeckis começa a falar de forma cada vez mais insistente na sequela de Who Framed Roger Rabbit?, chega à rede uma pequeno vídeo experimental de Roger Rabbit 2 do longínquo ano de 1998.

Nesta pequena pérola de 17 segundos podemos ver um Roger Rabbit criado em CGI - a contrastar com a animação tradicional utilizada no filme de 1988 - surpreendentemente fluído para a época (não nos podemos esquecer que ainda não tinhamos chegado à era Matrix e o The Phantom Menace ainda teria um ano de pós-produção pela frente).

Seja como for, e olhando para a possibilidade de uma sequela pelos olhos cansados de CGI do presente, seria interessantemente refrescante voltar à animação tradicional. Não sei, digo eu.

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Por JBM | Quinta-feira, 23 Setembro , 2010, 17:25


Hoje finalmente sinto que mereço estar no Planet Geek. Descobri que no dia 21 de Setembro do ano da graça de 2010 este estaminé aparece referenciado no Wired.com, o website da mítica bíblia do geekismo (a ligação cá para o sítio aparece no fim deste artigo).

Ok, pronto. É verdade que é apenas um link manhoso no fim de um artigo sobre ficção científica espanhola. Mas não deixa de ser um motivo de orgulho ver um dos meus posts chegar tão longe.

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Por JBM | Quinta-feira, 23 Setembro , 2010, 02:43

 

E aqui está o terceiro e, há que dizê-lo, fantástico trailer da primeira parte de Harry Potter and the Deathly Hallows.

Agora em relação ao filme em si não tenham esperanças. Não vai ser tão bom como o trailer. É uma das verdades universais do cinema contemporâneo.


Por JBM | Terça-feira, 21 Setembro , 2010, 23:21



Por JBM | Segunda-feira, 20 Setembro , 2010, 21:00

 


A Garagem de Kubrick Ep.25

 

(cliquem na imagem para ampliar)


Por JBM | Segunda-feira, 20 Setembro , 2010, 18:57

Depois de ter dado nas vistas com um dos melhores filmes sobre viagens no tempo dos últimos tempos (o genialmente simples Los Cronocrimenes), o espanhol Nacho Vigalondo prepara-se para dar o tão desejado salto para Hollywood.

O filme chama-se simplesmente Extraterrestre e assim em jeito de teaser aqui ficam os dois primeiros posters desta possível grande malha.




Por JBM | Domingo, 19 Setembro , 2010, 17:45


Para um fã assumido de Evil Dead (como é o caso deste vosso modesto escriba), há muito para gostar em Drag me To Hell. É verdade que Sam Raimi já não é aquele puto ingénuo de 22 anos que resolveu fazer um filme de monstros com o seu grande amigo do secundário. Três blockbusters milionários depois, é impossível não notar um inevitável e anacrónico polimento que acaba por ser o grande ponto fraco do filme (CGI num filme destes - mesmo que mau - é pecado!). No entanto, a sua imaginação alegremente grotesca e retorcida continua tão fresca como sempre.

O gore ridiculamente exagerado (no bom sentido!) e o humor negro requintado (na medida do possível) transporta-nos para um tempo em que fazer cinema era tecnicamente muito mais simples mas bem mais exigente criativamente (e consequentemente mais divertido de se assistir).

Com um argumento bem montado, uma boa dose de sustos genuínos e uma screaming lady eficaz (Alison Lohman não é Bruce Campbell mas cumpre bem a função), Drag Me to Hell é um bom regresso às origens de Sam Raimi.

 

No entanto não nos iludamos. Dificilmente conseguirá ser mais do que uma interessante homenagem a um género de culto quase perdido.


Por JBM | Quarta-feira, 08 Setembro , 2010, 16:33


O próximo filme de Uwe Boll chama-se Auschwitz. Infelizmente o teaser trailer não me deixa mentir.

 

Deus nos ajude a todos.


Por JBM | Sábado, 04 Setembro , 2010, 01:18



Tal como Machete, Hobo With a Shotgun nasceu de um trailer falso criado para ser apresentado antes de Grindhouse. O conceito não podia ser mais simples: um sem abrigo resolveu fazer justiça com a ajuda da sua amiga shotgun. Litros de sangue, cabeças decepadas e muita gente maltratada fazem as delícias da malta no novo trailer que pode ser visto aqui.

P.S. O Stephen Hawking anda para aí a dizer que Deus não criou o Universo. No entanto não disse nada a respeito do Rutger Hauer. Coincidência? Não me parece.

P.S.2. Como é que ninguém se lembrou de juntar isto com o Machete e fazer um Grindhouse 2?


Por JBM | Quinta-feira, 02 Setembro , 2010, 01:05


Reza a lenda que quando perguntaram à Angelina Jolie se estava interessada em ser uma Bond Girl ela terá respondido «Não, eu quero ser Bond». Como Hollywood costuma ser cortês para com quem dá dinheiro a ganhar à indústria, cedo se começou a pensar numa forma de satisfazer esse desejo. A solução passou então por Salt, um thriller de espionagem que Tom Cruise recusou protagonizar por ser demasiado parecido a Mission Impossible.

Mas Salt não é Bond e não o é por culpa de um erro estrutural crasso do argumentista Kurt Wimmer. Sim, o argumento tem mais buracos que as estradas nacionais e as leis da física são violadas de uma maneira que faria Newton atirar-se de cabeça contra uma macieira. Mas tudo isso seria desculpável se o filme conseguisse cumprir os mínimos que são exigidos a um filme de acção: entreter e criar empatia com o público.

Ora pensemos em James Bond. Todos os filmes de Bond têm um protagonista que acompanhamos, acarinhamos e conhecemos. A história desenrola-se segundo o seu ponto de vista. Durante a maior parte da narrativa sabemos quando ele mente, sabemos o que ele sabe, e desconhecemos o que ele desconhece. O mesmo acontece na saga Bourne e nos Mission Impossible. Podem existir excepções em determinados momentos do enredo mas nunca desde o início do filme. É uma regra elementar para qualquer filme de acção que se preze.

Por estranho que pareça, em Salt acompanhamos a história pelo ponto de vista dos supostos antagonistas. Passamos o filme sem saber quais as verdadeiras intenções da protagonista, o que impede a criação de qualquer vínculo emocional com o personagem. Obviamente que se não nos importamos com a sobrevivência do personagem principal, por mais explosões e cenas de acção magistralmente coreografadas que nos mandem para cima, o filme acaba por não nos interessar.

Sem essa ligação directa ao coração dos espectadores, Salt não é mais do que um filme de espionagem banal e espafalhatoso que leva demasiado a sério os clichés que minam o argumento.

Ninguém duvida que Angelina possa de facto fazer frente a James Bond (com este filme só vem demonstrar que actualmente é das poucas actrizes com estofo para levar às costas um filme de acção tipicamente masculino), mas ainda não é desta que consegue destronar o rei dos agentes secretos. Esperamos ansiosamente por uma próxima oportunidade.

 

| Publicado em Rascunho.net



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