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O Post dos Posters [150]

por JBM, Sábado, 30.04.11



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O novo trailer do Transformers 3 é... explosivo?

por JBM, Sexta-feira, 29.04.11

Já anda por aí o trailer estupidamente épico de Transformers: Dark of the Moon, aquela que promete ser a magnum opus visual de Michael Bay.

Assim de repente, explosões e demolições à parte, porque será que todos os trailers de acção de 2011 têm que copiar descaradamente a música do Inception?

(se quiserem aumentar consideravelmente a possibilidade de sofreram um ataque epilético, podem ver o trailer em glorioso HD no Apple Trailers),

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Harry Potter dá um abracinho a Voldemort

por JBM, Quinta-feira, 28.04.11

Depois de uma primeira metade apenas funcional (em que a única coisa que fica para a posteridade é um belíssimo conto de animação), Harry Potter and The Deathly Hallows regressa para a sua derradeira parte. 

 

O trailer é bom, muito bom. Mas todos são.

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É o dia mais feliz da vida dela

por JBM, Quarta-feira, 27.04.11

Não é o poster da minha vida e nem sequer está num eventual Top 10, mas temos que admitir que o primeiro cartaz de [REC] 3 tem bastante pinta.

 

(e a tagline é muito boa)

 

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The Avengers, dia #0

por JBM, Terça-feira, 26.04.11

Hoje começam as filmagens do esperadíssimo The Avengers, com Joss Whedon ao leme. Para comemorar tão ilustre acontecimento, a EW divulgou a primeira imagem de bastidores.

É fofa, não é?

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Source Code (2011), de Duncan Jones

por JBM, Segunda-feira, 25.04.11

Mesmo que ainda seja cedo para chegar a uma conclusão definitiva sobre o talento de Duncan Jones (lembrem-se do estado de graça de Shyamalan ao fim de quatro filmes e olhem para ele agora), não posso deixar de ficar impressionado com o início auspicioso da carreira de realizador do rebento de David Bowie.

Assim de repente, poucos são os elementos comuns entre Source Code e Moon, a primeira longa-metragem do realizador. Se no seu primeiro filme, Jones optou pela perfeição formal, com planos meticulosamente compostos, em clara sintonia com o classicismo de Kubrick, Source Code é muito mais um frenético Hitchcock do século XXI, que tanto pode ser comparado a Die Hard, pela crueza e sobriedade da ação, como com o clássico de Harold Ramis, Groundhog Day, pelo engenhoso set up e respetiva estrutura narrativa (e já que estamos a falar de influências é inevitável referir Quantum Leap, uma série do início dos anos 90 à qual Source Code foi buscar grande parte da inspiração e que tem direito a uma homenagem através de um interessante "cameo vocal".)

Colter Stevens (Jake Gyllenhaal) é um piloto da força aérea norte-americana que se vê envolvido num projeto militar que permite revisitar os últimos 8 minutos de um determinado incidente. Neste caso, Stevens é enviado para o corpo de um dos passageiros de um comboio que foi alvo de um terrível atentado terrorista e tem 8 minutos para descobrir o que se passou. À boa maneira dos videojogos, a sua participação no projeto assenta numa dinâmica de trial and error. Pode revisitar o cenário as vezes que quiser (digamos que tem Continues ilimitados) desde que no final descubra o que se passou.

Por muito complexo que possa ser o sistema que permite as viagens quânticas do protagonista (não são viagens no tempo, porque não pode se alterar o que já aconteceu), o argumento (numa manobra sensata) simplesmente está-se nas tintas para isso. Ao contrário de Inception (um filme que se pode inserir no mesmo género mas que opta por uma abordagem muito mais auto-explicativa), Source Code prefere omitir as explicações, o que acaba por reduzir consideravelmente as hipóteses de se contradizer. Sabemos apenas o essencial do conceito (vão ser feitas revelações, claro, mas nada que complique a perceção do espectador) e a partir daí é ver as peças a obedecerem a essas regras.

Desde o início que Jones consegue provar que conhece muito bem os mecânismos do thriller. Mal as luzes se apagam é criado imediatamente um clima de mistério e de extrema urgência que se vai desenrolando de uma forma inteligente e bem estruturada, sem se complicar em demasia e deixando sempre um espaço para que o espectador mais criativo possa divagar no micro universo onde decorre a ação (para isso muito ajuda a credibilidade e empatia dos personagens principais). 

É verdade que Source Code não é uma obra prima (tal como a Moon, falta-lhe aquele brilho narrativo para o elevar a um patamar de obra incontestável) mas vem provar duas coisas: se por um lado Duncan Jones ainda não tem um estilo definido (o que não é totalmente mau, pois revela humildade e progresso), é claramente um indício do talento do Ziggy Stardust Jr.

 

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The Hole (2009) de Joe Dante

por JBM, Sábado, 23.04.11

Quando eu era uma pequena máquina devoradora de VHSs (no sentido figurado, claro), pensava que todos os filmes bons tinham sido feitos pelo Spielberg (e o adjetivo "bons" tem que se entender na ótica de um catraio de 8 ou 9 anos). Não havia Zemeckis, nem Donner, nem Dante. Só Spielberg. Muitos de vocês, agora, estão-se nas tintas para o Spielberg, mas o senhor nos anos 80 era Deus (pelo menos para um pré-adolescente que gostava de pipocas). Mas depois reparei que afinal o Back to the Future tinha sido realizado por um tipo com um nome estranho e fiquei confuso... E mais, afinal o Gremlins era de um tal Joe Dante.

Como eu era um puto de ideias fixas comecei a desenvolver uma teoria que só abandonei muitos anos depois (aliás... na realidade ainda não a abandonei totalmente). Eu não estava enganado. Tal como pensava, tudo tinha sido realizado pelo Spielberg. No entanto, para não se comprometer em caso de fracaso, o realizador de E.T. assinava os filmes mais arrojados com outros nomes. Por exemplo, Zemeckis era o Spielberg mais experimental, dos efeitos especiais e da ficção científica, enquando Joe Dante era o Spielberg mais negro (até porque Joe Dante é um nome demasiado cool para ser verdadeiro)

À medida que os anos 90 iam avançando, os pseudónimos de Spielberg começaram a perder força (ou a virar-se para a animação esquisita) até ninguém se lembrar deles. Qual não foi o meu espanto quando, ao passar pelo cinema, reparei que Joe Dante tinha regressado (a última vez que Dante se aventurou nos cinemas foi com um esquecível filme dos Looney Tunes, em 2003). Como até tinha acabado de levantar dinheiro, resolvi aventurar-me.

A premissa é simples. Dois irmãos descobrem um buraco sem fundo na cave da casa nova (que talvez leve até ao inferno! Quem sabe!). Nos entretantos conhecem a vizinha nova (pela qual o irmão mais velho fica apanhadinho, pois claro) que os vai ajudar a desvendar o mistério. Obviamente que não é um filme perfeito. Tem uma série de buracos no argumento (se fazia tanto mal abrir o alçapão, porque que é que o antigo dono da casa deixou as chaves mesmo ao lado do dito cujo?) e recorre mais vezes do que era aconselhável aos inevitáveis clichés que já eram velhos há duas décadas e meio atrás. No entanto é um filme genuíno. As personagens estão bem construídas, as situações credíveis o suficiente, e consegue criar uma atmosfera própria, recheada daquele vibe dos anos 80, assustador mas ao mesmo tempo inocente.

O cinema evoluiu e com ele a linguagem cinematográfica. Ganharam-se umas coisas mas perderam-se outras. Em pleno século XXI perdeu-se a inocência sombria e ingenuidade do entretenimento "para toda a família" de outros tempos. Bem vindo de volta, Spielber... oops, Joe Dante.

 

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Trolljegeren (2010) de André Øvredal

por JBM, Sexta-feira, 22.04.11
Como grande adepto do cinema fantástico fiquei maravilhado quando descobri um filme norueguês que revisitava o folclore escandinavo de um forma o suficientemente diferente para chamar a minha atenção (não, não é isto... por amor de Deus). 


The Troll Hunter (ou Trolljegeren no original) segue um grupo de estudantes universitários que começa por investigar o abate ilegal de ursos, algures na Noruega, e acaba por se ver envolvido numa caça ao Troll de proporções épicas (se derem uma vista de olhos ao trailer americano, podem ver que a coisa tem um ótimo aspeto)

Em primeiro lugar, e não é vergonha para ninguém, é preciso admitir que este é um filme bonito. As paisagens são fantásticas e os efeitos visuais são deveras impressionantes (principalmente para um filme europeu). Mas por alguma razão o realizador André Øvredal achou que isto se adequava ao ultra saturadíssimo género das found footages.

Não é por acaso que o found footage é usado, quase exclusivamente, em filmes de terror (veja-se Cloverfield, REC, Paranormal Activity). A composição atabalhoada e o ritmo frenético exigem um produto que consiga transmitir emoções fortes em pouco tempo. Não é, definitivamente, um formato que incite à contemplação.

Sim, Trolljegeren tem monstros gigantes mas não é, de forma alguma, comparável a Cloverfield. É uma aventura de fantasia, não um filme de terror. Tem tempos mortos que pedem uma planificação mais cuidada e momentos contemplativos que se diluem completamente num formato despropositado. Quando o realizador não consegue ver o potencial daquilo que ele próprio criou, algo está irremediavelmente errado.

 

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O Post dos Posters [149]

por JBM, Sexta-feira, 22.04.11


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Um trailer do outro mundo

por JBM, Quinta-feira, 21.04.11

Como tudo na vida, também a ficção científica vive de modas. Depois das viagens do tempo e da inteligência artificial (isto só para citar algumas), a grande sensação do momento no mundo sci-fi são os universos paralelos. Another Earth (uma das sensações do último Sundance) pega nesse conceito e introduz-lhe alguns elementos aparentemente interessantes.

De momento tudo o que temos do filme é este fantástico trailer... mas todos sabemos como os sacanas dos trailers podem ser enganadores.

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