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Oremos irmãos: o novo trailer de The Avengers já está entre nós

por JBM, Quarta-feira, 29.02.12

Sem mais delongas, ei-lo.

Agora só preciso de um cházinho para relaxar.

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Curtas XI - "The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore"

por JBM, Terça-feira, 28.02.12

2011 foi, indubitavelmente, um mau ano para a Pixar. Para além de ter falhado a nomeação para o Óscar de Melhor Filme - para ser sincero, acho que a Pixar tirou propositadamente um ano de sabática para agradar ao departamento de marketing - também acabou por perder na categoria de Melhor Curta-Metragem Animado, onde estava representada por Luna.

O responsável pelo feito foi "The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore", uma curta-metragem/eBook animado criado William Joyce, curiosamente também ele um ex-Pixar, que pode ser vista online aqui.

Num ano em que o cinema resolveu elogiar-se a si próprio, também é bom não esquecermos os livros. Afinal de contas, uma percentagem considerável dos nomeados para Melhor Filme foram baseados em livros.

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Óscares 2012 - O cinema a gostar dele próprio numa noite a preto e branco

por JBM, Segunda-feira, 27.02.12

É mesmo verdade: depois de tantos anos de experiências falhadas, a Academia voltou a acertar em cheio no host. Billy Cristal - que até nem foi a primeira escolha - lá acabou por ser o anfitrião e um dos pontos mais altos de uma noite fraca em surpresas e morna em espetáculo.

O duelo foi o esperado: de um lado o cinema mudo de The Artist, do outro o 3D multi-milionário com toque clássico de Hugo. Fosse qual fosse o resultado, as tendências onanistas do cinema prometiam dominar a gala.

Como já se esperava, Hugo começou a noite a arrasar nas categorias técnicas (Fotografia, Direção Artística, Mistura de Som, Edição de Som e Efeitos Visuais) mas ficou-se por aí. Com os Óscares de Melhor Realizador, Melhor Ator (para o fantástico Jean Dujardin) e, claro, Melhor Filme (para além de Melhor Guarda-Roupa e Melhor Banda Sonora), The Artist acabou mesmo por fazer os seus 5 Óscares brilharem mais alto e assumiu-se como o grande vencedor da noite (e seria injusto se assim não fosse).

Meryl Streep foi, como esperado, a Melhor Atriz do ano (desde 1983 que tal não acontecia) e nos atores secundários também não houve surpresas. Christopher Plummer fez história ao tornar-se no ator mais velho a ganhar um Óscar (82 anos, ou seja, menos 2 do que o próprio Óscar) e Octavia Spencer levou para casa o único Óscar da noite para The Help.

Naquelas que foram as categorias mais discutíveis do ano, The Descendants saiu da sala com o Óscar de Melhor Argumento Adaptado e Midnight in Paris levou para casa o prémio para o Melhor Argumento Original.

Na animação - e sem a Pixar a competir - o Óscar foi, mais uma vez sem surpresas, para Rango. Já o filme Iraniano A Separation foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro.

 

Pelo meio tivemos um excelente Robert Downey Jr. em modo documentarista, um Nick Nolte em versão Terminator Santa, uns Marretas sempre em grande e até... circo.

 

Para o ano há mais. 

 

P.S. E caso se estejam a perguntar pelo Dictator, sim, ainda a Gala não tinha começado e já o Sacha Baron Cohen tinha sido expulso.

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Oscars 2012 - Vencedores

por JBM, Segunda-feira, 27.02.12

TOP 3:

 

Hugo: 5

The Artist: 5

The Iron Lady: 2

 

***

 

Melhor Fotografia: Hugo - Robert Richardson

Melhor Direção Artística:  Hugo - Dante Ferretti e Francesca Lo Schiavo 

Melhor Guarda-Roupa: The Artist - Mark Bridges

Melhor Caracterização: The Iron Lady- Mark Coulier e J. Roy Helland

Melhor Filme Estrangeiro: A Separation - Asghar Farhadi

Melhor Atriz Secundária: Octavia Spencer - The Help

Melhor Montagem: The Girl with the Dragon Tattoo - Kirk Baxter e Angus Wall

Melhor Edição de Som: Hugo - Philip Stockton e Eugene Gearty

Melhor Mistura de Som: Hugo - Tom Fleischman e John Midgley

Melhor Documentário (longa-metragem): Undefeated - TJ Martin, Dan Lindsay e Rich Middlemas

Melhor Filme Animado: Rango - Gore Verbinski

Melhores Efeitos Visuais: Hugo - Rob Legato, Joss Williams, Ben Grossmann e Alex Henning

Melhor Ator Secundário: Christopher Plummer - Beginners

Melhor Banda Sonora: The Artist - Ludovic Bource

Melhor Canção: "Man or Muppet" - The Muppets - Música e letra de Bret McKenzie

Melhor Argumento Adaptado: The Descendants - Argumento de Alexander Payne e Nat Faxon e Jim Rash

Melhor Argumento Original: Midnight in Paris - escrito por Woody Allen

Melhor Curta-Metragem (imagem real): The Shore - Terry George e Oorlagh George

Melhor Documentário (curta-metragem): Saving Face - Daniel Junge and Sharmeen Obaid-Chinoy

Melhor Curta-Metragem (animação): The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore - William Joyce e Brandon Oldenburg

Melhor Realizador: The Artist - Michel Hazanavicius

Melhor Ator: Jean Dujardin - The Artist

Melhor Atriz: Meryl Streep - The Iron Lady

Melhor Filme: The Artist


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War Horse (2011), de Steven Spielberg

por JBM, Sexta-feira, 24.02.12

Há décadas que Steven Spielberg é atormentado por um fantasma que insiste em lhe roubar o mérito e a credibilidade. Por muito que tente escapar - e na década de 2000 assistimos a um outro Spielberg, mais sóbrio, menos emocional - recai nos seus ombros a responsabilidade de ter criado essa entidade negra que atormenta os críticos de cinema um pouco por todo o mundo: o infame blockbuster.

No entanto, o que muitos parecem esquecer é que o Spielberg não pertence, nem nunca pertencerá ao lote de descartáveis como Michael Bay ou Brett Ratner. O cinema de Spielberg consegue mover multidões, é certo, mas fá-lo com uma pujança emocional e um domínio exemplar da linguagem cinematográfica que, mesmo que se notem a léguas os mecanismos que utiliza para nos manipular - a música que entra naquele momento tão oportuno, ou aquela câmara que teima em fazer um zoom direto à alma dos protagonistas - não conseguimos evitar mergulhar de cabeça no seu universo de emoções.

War Horse é isso mesmo: uma viagem a um universo recheado de personagens e emoções, por vezes cómicas, por vezes cruéis, exemplarmente colocadas em cena pelo realizador. Desta vez Spielberg trocou as praias e os campos de concentração da Segunda Guerra Mundial, pelas trincheiras da Primeira Guerra, usando um cavalo como fio condutor das várias estórias cruzadas. Para ajudar a recriar a beleza dos cenários rurais do interior da França do início do século XX, o realizador contou com a ajuda preciosa de Janusz Kaminski, o seu diretor de fotografia de estimação, que tornou este épico hípico num dos exercícios visuais mais bem conseguidos do ano.

Não é um filme de atores - a estrutura episódica do argumento não o permite - mas está recheado de secundários de luxo que acrescentam solidez e coesão a uma narrativa com algumas debilidades estruturais.

Bem sei que a lamechice já não está na moda. Mas eu, infelizmente, como lamechas incurável que sou, não posso deixar de recomendar este regresso de Spielberg aos velhos tempos - afinal de contas este homem é um dos grandes responsáveis pelas fortes doses de magia que pautaram a minha infância.

****

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Blogue a 24fps e sem óculos 3D.




Na Garagem






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