Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]



Mais sobre mim


calendário

Fevereiro 2011

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728

Arquivo

  1. 2013
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2012
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2011
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2010
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2009
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2008
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2007
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2006
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2005
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2004
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2003
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D

Pesquisar

 



James Franco contra o mundo.

por JBM, Sexta-feira, 25.02.11
 
Depois de Slumdog Millionaire, o realizador Danny Boyle regressa aos Óscares com 127 Hours. Ainda traumatizado pelos resultados de 2008, a primeira pergunta que me ocorreu foi: estaremos perante outra estopada visual monumental? Depois pensei: vá, acalma-te J.B. Estás a ser injusto. Afinal de contas este senhor esteve por detrás de Trainspotting e 28 Days Later. Vamos lá dar uma oportunidade ao senhor. Antes que tivesse tempo de me lembrar do The Beach fugi para o cinema mais próximo.


Boyle não tem pressa de começar. Os primeiros minutos são usados para caracterizar convenientemente o cenário e dar algumas pistas sobre a personalidade do personagem principal (um alucinado mas simpático aventureiro) ao mesmo tempo que o espectador se vai habituando ao estilo visual muito próprio do realizador. Passado o primeiro quarto de hora acontece aquilo que todos esperávamos e começa a corrida contra ao tempo.

O grande problema é que Boyle não se limita a contar uma história de sobrevivência. Resolve transformar a dita cuja numa espécie de experiência visual em que somos convidados (ou melhor, obrigados!) a visitar a vida e a psique do protagonista. Mais uma vez Boyle saca do baú um conjunto de artimanhas visuais epiléticas (e completamente indispensáveis) e resolve brindar-nos com um subproduto indefinido de qualidade duvidosa. Se não fosse por James Franco, estava bem lixado.

O ator puxa de todos os seus galões e contra tudo e contra todos (Danny Boyle incluindo), consegue arrancar uma interpretação fantástica que resgata o filme dos efeitos nefastos dos disparates inventados por um realizador mega barroco. Sentimos verdadeiramente a dor de Franco, pensamos como ele, tentamos descobrir a melhor maneira de o tirar daquela situação. Deixou de ser um simples personagem e transformou-se no nosso melhor amigo. Não é um ator a representar Hamlet ou qualquer outro personagem inalcansável. É um ator a representar o nosso vizinho do lado e consegue fazê-lo com uma eficácia incrível.

Se Danny Boyle tivesse errado no casting, possivelmente 127 Hours nunca teria passado dos MTV Movie Awards. Com James Franco, não só chegou aos Óscares com se tornou num dos filmes mais inspiradores e humanos do ano.

Autoria e outros dados (tags, etc)

5 comentários

De Tiago Vitória a 26.02.2011 às 18:59

Ainda não consegui perceber quando é que vai alguma vez gostar de um filme e focar-se exclusivamente nos bons aspectos em detrimento dos maus (ou menos bons. A realização está soberba e na minha opinião, não é a performance do Franco que dá valor ao filme mas sim a dinâmica do Boyle.

De JBM a 27.02.2011 às 13:25

A dinâmica de Boyle não é uma dinâmica natural. Ele usa mecanismos barrocos de um realizador em pouco seguro. O filme não precisava disso. E obviamente que nunca me vou focar unicamente nos aspetos. Isso não seria uma review honesta. Eu posso gostar muito de um filme mas até o melhor dos filmes têm pontos negativos. Não estaria a ser imparcial se não os apontasse.

Comentar post



Segue-nos



Comentários recentes

  • Edgar Ascensão

    Apesar de se louvar a ideia de se arriscar em proj...

  • H

    Tive o privilégio de ver o piloto e gostei bastant...

  • Ana S

    Como comum mortal que sou, aguardo ansiosamente pe...

  • Davi

    Nunca me enganaste....

  • Ska

    Eu sei, achei exatamente o mesmo!




Arquivo

  1. 2013
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2012
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2011
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2010
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2009
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2008
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2007
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2006
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2005
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2004
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2003
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D