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Ainda sobre os videojogos portugueses

Como acontece com todos os vídeos, há sempre conteúdo que é cortado da versão final.

O guião original do terceiro vídeo sobre a História dos Videojogos Portugueses tinha referências mais extensas à origem da Seed Studios, o estúdio responsável pelo primeiro videojogo português numa consola, mais propriamente à sua predecessora, a GameLords, também co-fundada pelo Filipe Duarte Pina.

Um dos projetos da GameLords era o videojogo Holy War, um projeto para PC que esteve em produção de 2003 a 2005 e que era extremamente ambicioso para a altura (tinha mapas extensos, sombras em tempo real, um sistema de dia/noite e permitia saltar da primeira para a terceira pessoa).

O problema é que o Holy War tratava de um tema que para além de também ser bastante ambicioso era também muito controverso: o conflito israelo-palestiniano.

Apesar dos elogios que recebeu de alguns editores, nomeadamente pelos seus gráficos e jogabilidade, ninguém quis arriscar editar um videojogo sobre este assunto e o jogo acabou cancelado.

O Filipe Pina enviou-me um vídeo com o gameplay do Holy War que acabei por não incluir no vídeo final mas que gostaria de partilhar com vocês.

Finalmente as consolas | Uma Breve História dos Videojogos Portugueses [Parte 3]

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Apesar de se criarem videojogos em Portugal desde meados dos anos 80 do século passado, só a meio da primeira década do século XXI é que foi publicado o primeiro videojogo nacional para consola.

Neste vídeo contamos uma breve história dos videojogos portugueses nas consolas e fazemos uma pequena antevisão do que está para vir.

Como bónus, contamos com o testemunho de Filipe Duarte Pina, um dos criadores de videojogos nacionais responsáveis pela entrada de Portugal neste mercado.

Podem ouvir o Filipe semanalmente como um dos membros do podcast “Super Papo Seco” no canal Mau Perder e em todos agregadores de podcasts habituais.

Vídeo disponível aqui.

Este é a terceira parte de um conjunto de vídeos sobre a história dos videojogos nacionais que pode ser visto aqui.

É o fim do mundo. Outra vez.

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Sempre achei que o The End of the F***cking World não precisava de uma 2.ª temporada e apesar de não estar totalmente enganado (a primeira viagem dos nossos amigos é brutamente redonda e perfeita), nunca fiquei tão contente de ser contrariado.

A nova temporada consegue ser mais negra e violenta do que a primeira (sim, é possível) e continua a balançar alegremente entre o mundo dos Coen e do Tarantino, com as novas personagens a trazerem os novos conflitos e reflexões que a impedem de ser redundante.

Ah, e a banda sonora do Graham Coxon continua a ser um mimo.

Dia Internacional da Tradução

Então e que tal aproveitar o Dia Internacional da Tradução para recordar os dois primeiros vídeos que fiz para o YouTube, e que falam precisamente disso?

O primeiro vídeo que fiz (e que verde que estava nessas andanças) fala basicamente da mais épica das traduções da Netflix portuguesa: a do Rick and Morty, pela tradutora Susana Loureiro.

O segundo responde à pergunta: mas afinal porque é que em Portugal se optou por legendar os filmes e as séries, em vez de dobrar?

É até hoje o meu vídeo mais visto e aquele que de vez em quando vejo por aí.

Sequelas Não Oficiais (e o filme que não sabia o que queria ser)

No final do século XX, na Itália, foram produzidas diversas sequelas não oficiais de filmes de sucesso que pretendiam capitalizar alguns trocos à custa de uma eventual inocência do público.

No meio dessa onde de filmes "piratas", nasceu um dos franchises mais estranhos da história do cinema. Neste vídeo falo de sequelas não oficiais e da imortal saga "La Casa".

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