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CINEBLOG

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Os melhores filmes de 2017

 

Thelma

Porque o cinema será sempre o que faz bater o coração deste velho estaminé, aqui fica a lista dos meus filmes favoritos do ano, mais uma vez sem nenhuma ordem específica.

Da minha parte, despeço-me com amizade deste 2017 e aqui vos espero em 2018 para mais e melhor cinema. Bom ano e cuidado com as passas. Já sabem: na dúvida bebam sempre mais champanhe (mas só se não conduzirem, obviamente).

War for the Planet of the Apes

É o culminar da melhor trilogia a sair de Hollywood em muito tempo. Metade western, metade épico bélico, dificilmente se encontra um blockbuster mais completo e humano.

Paterson

Da primeira à última vírgula, o poema filmado de Jarmusch e Adam Driver mostra-nos que há beleza e arte no quotidiano mais rotineiro. Só temos de saber onde procurar.

Thelma

Enigmático, intenso, maravilhosamente filmado e com uma banda-sonora de fazer crescer pelos onde eles nunca existiram. É como se o filho perdido do De Palma e do Bergman tivesse decidido refilmar o Carrie.

A Ghost Story

Que o sentido da vida é questionável e que todos vamos morrer, já estamos fartos de saber. Mas é sempre um choque quando nos atiram com isso à cara desta maneira.

Mother!

Neste apocalipse familiar, Aronofsky não deixou nada ao acaso. O ritmo pode ser vertiginoso mas a parábola é clara e o desfecho parece inevitável. A não ser que comecemos a tratar melhor a nossa mãe, obviamente. Mãe há só uma.

Sweet Virginia

Começa com um bang, acaba com um bang mas é no meio que está a virtude: os olhares, os silêncios e aquela câmara rasteira, sempre com medo de se mexer, como se estivesse a contar-nos algo que não devia. 

Good Time

Uma história de amor é sempre bonita de se ver e Good Time é sobre amor, do fraterno, sem beijos na boca e choradeira de meia-noite. E no fim ainda há tempo para perceber que o gajo do Twilight até sabe da poda.

Alien: Covenant

Oi? Posso? Então cá vai: Há mais e melhor filosofia num frame do Alien: Covenant do que em todo o novo Blade Runner. Tão simples quanto isso. E quem não concorda cheira mal.

Ingrid Goes West

Ingrid Goes West é uma reflexão inquietante e oportuna sobre as redes sociais, o culto das aparências e aquilo que andamos a fazer às nossas vidas feias e inúteis. Que atire a primeira pedra quem nunca sentiu vontade de imitar os sacanas dos australianos do Instacoiso que se despediram do emprego e que passam a vida a viajar pelo mundo.

Super Dark Times

Apesar do final não me convencer totalmente, Super Dark Times encheu-me as medidas. Pelo ambiente, pela credibilidade, pela banda-sonora e pela recriação fiel da segunda melhor década que a humanidade teve oportunidade de presenciar. Ah, e aquele jogo era o Twisted Metal. Não percebes nada disso, Zack.

 

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